No início, a novidade entusiasma-a, mas a escuridão constante começa a pesar: sente falta da luz e das cores, vai perdendo a alegria e acaba por adoecer. Nessa altura, lembra-se de um presente recebido no caminho, uma pequena noz oferecida por uma velhinha, que ela só deveria abrir se ficasse muito triste. Ao abrir a noz, surge uma ajuda inesperada que devolve vida ao palácio, mostrando como a imaginação e as histórias podem trazer conforto e “luz” mesmo nos momentos mais difíceis.
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