Divulgação das atividades da Biblioteca da Escola Básica Dr. Afonso Rodrigues Pereira (do Agrupamento de Escolas da Lourinhã).

0
comentários

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Matilde Rosa Araújo


"Lucilina tinha cabelos verdes das folhas de lucialima e olhos negros e brilhantes iguais a amoras. Por vezes, estava feliz e cantava com uma voz fina como se fosse uma flauta encantada."



Perdemos mais um grande nome da literatura portuguesa, Matilde Rosa Araújo faleceu em Lisboa, no passado dia 6, aos 89 anos, de doença prolongada.
A escritora nasceu em 1921 em Benfica, na quinta dos seus avós, e licenciou-se em 1945 em Filologia Românica, pela Faculdade de Letras de Lisboa, com uma tese em que propôs a reportagem como género literário. Fez carreira no ensino durante quarenta e dois anos, tendo leccionado em diferentes graus, em escolas por todo o país. A par da experiência como professora, começou, nos anos 50, a publicar os seus primeiros títulos destinados ao público infantil e juvenil.


Obra

O Livro da Tila – poemas para crianças, 10ª edição, Livros Horizonte, 1986;

O Palhaço Verde – novela infantil, 5ª edição, Livros Horizonte, 1984 ;

História de um Rapaz – conto infantil, 8ª edição, Livros Horizonte, 1986;

O Cantar da Tila – poemas para a juventude, 8ª edição, Livros Horizonte, 1986;

O Sol e o Menino dos Pés Frios – contos, 7ª edição, Livros Horizonte, 1986;

O Reino das Sete Pontas – novela infantil, 2ª edição, Livros Horizonte, 1986;

Os Quatro Irmãos – 2ª edição, Livros Horizonte, 1983 (ilustrações de Ana Leão);

História de uma Flor – conto infantil, 1ª edição, Faoj;

O Sol Livro – textos para o ensino, 1ª edição, Livros Horizonte, 1976;


Os Direitos da Criança Livros Horizonte – 1ª edição, Unicef, 1977;


O Gato Dourado – contos infantis, 3ª edição, Livros Horizonte, 1985;


As Botas de Meu Pai – contos infantis, 2ª edição, Livros Horizonte, 1981;


Camões, Poeta Mancebo e Pobre – divulgação, 1ª edição, Prelo Editora, 1978;

Baladas das Vinte Meninas – poema infantil, Plátano Editora, 1978;

Joana-Ana – conto infantil, Livros Horizonte, 1981;

A Escola do Rio Verde – 2ª edição, Livros Horizonte, 198l;


O Cavaleiro Sem Espada – Livros Horizonte, 1979;


A Velha do Bosque – Livros Horizonte, 1993;


A Guitarra da Boneca – Livros Horizonte, 1983;


As Crianças, Todas as Crianças – Livros Horizonte, 1976;

A Infância Lembrada – Antologia – Livros Horizonte, 1986;

A Estrada Fascinante – Livros Horizonte, 1988;

Mistérios – Livros Horizonte, 1988;

Rosalina Foi à Feira – Livraria Arnado, 1994;

O Chão e a Estrela – Editora Verbo 1997;


As Fadas Verdes – Livraria Civilização, 1994;

“A Fonte do Real”, in Soares, Luísa Ducla (org.), A Antologia Diferente – De que São Feitos os Sonhos, Porto, Areal, (1986), pp. 30-32;

Voz Nua, Lisboa, Horizonte, 1986;

“A menina do pinhal”, in AAVV, Histórias e Canções em Quatro Estações – Primavera. Lisboa. Lisboa Editora. 1988, pp. 9-24;

O Passarinho de Maio, Lisboa. Horizonte, 1990;


O Chão e a Estrela, Lisboa, Verbo, 1994;

A Estrada Fascinante, Lisboa, Horizonte, 1988 (ensaio).
0
comentários

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Dia da Força Aérea

Hoje, dia 1 de Julho a  Força Aérea comemora os seus 58 anos.
A Força Aérea Portuguesa (FAP) é o ramo aéreo das Forças Armadas Portuguesas. As suas origens remontam a 1912, altura em que começaram a ser constituídas as aviações do Exército e da Marinha. Em 1 de Julho de 1952, as aviações do Exército (Aeronáutica Militar) e da Marinha (Aviação Naval) foram fundidas num ramo independente denominado Força Aérea Portuguesa.

Um caça F16A da FAP, preparando-se para ser reabastecido em pleno voo. 
 

Copyright © 2010 palavras que se derretem na boca... | Premium Blogger Templates & Photography Logos | PSD Design by Amuki